Conheça os benefícios da ervilha amarela

Você sabia que existe mais de um tipo de ervilha?  Na verdade, são quase 200 variedades dessa leguminosa. Da família dos feijões, lentilha, grão-de-bico e soja, a ervilha é rica em carboidratos, proteínas e fibras, que são ótimos para dar energia, manter a massa muscular e ainda colaborar para o funcionamento do intestino.

Mas uma variedade em questão vem ganhado destaque: a amarela.  Do ponto de vista nutricional, as ervilhas amarelas são uma rica fonte de proteína vegetal e de fibra, fornecendo ainda quantidades relevantes de cálcio, ferro, magnésio, selénio e folato, entre outros. Não é à toa que ela vem  sendo considerada a maior fonte de proteína para os próximos anos.

Dá do ponto de vista do sabor, a ervilha amarela é mais suave e parecida a um cereal em comparação com as ervilhas verdes.

Apesar de conterem alguns hidratos de carbono, os mesmos são de absorção lenta, pelo que o índice glicémico das ervilhas amarelas é baixo.

Após cozinhadas, elas têm uma textura cremosa e perdem mais a sua forma do que as ervilhas verdes, sendo boas para fazer purés e sopas.

Carne de ervilha amarela

A ervilha amarela também vem sendo usada pela indústria alimentícia de produtos veganos.

A 100 Foods, food tech voltada para o consumo saudável, lançou recentemente no Brasil uma “carne” de ervilha amarela.

A matéria prima importada da Europa tem textura equivalente à carne de origem animal, além de oferecer muito mais nutrientes.

A proteína texturizada de ervilha amarela obtida após o processo de extrusão oferece cerca de 24g de proteína por 50g de produto. Um bife de vaca fornece cerca de 13g pela mesma quantidade”.

A proteína extraída da ervilha amarela tem 11 aminoácidos e quantidade de magnésio, ferro, zinco e cobre em quantidade diária recomendada para um indivíduo, além da vantagem de não causar reações alérgicas como a soja.

Esse é um dos motivos pelo qual a soja não é utilizada pela empresa, já que o grão também apresenta substância chamada “antinutrientes” que interfere na absorção de cálcio, magnésio, ferro, zinco, vitaminas D e B12.

No Brasil 85% da soja consumida é transgênica e recebe agrotóxicos, o que consequentemente pode aumentar a incidência de câncer e gerar deficiência na produção dos hormônios T3 e T4 pela glândula tireóide, promovendo o aumento de peso, processos inflamatórios, lentidão muscular, queda de cabelo, unhas fracas, intestino constipado, entre outros.

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